Questões frequentes acerca das especialidades e terapias

A Clínica Médica do Porto oferece serviços médicos e terapêuticos, nomeadamente consultas de especialidades médicas e não médicas, de terapias não convencionais e adicionalmente terapias alternativas. Realiza ainda Consultas Direccionadas, que consiste numa abordagem terapêutica específica para a resolução de um problema de saúde particular.

Em Agosto de 2016, a nossa oferta é a seguinte:

Especialidades Médicas

  • Neurologia
  • Pediatria
  • Ortopedia
  • Medicina Geral e Familiar
  • Fisiatria

Outras Especialidades

  • Psicologia Clínica e Psicoterapia
  • Podologia
  • Fisioterapia
  • Nutrição e Dietética
  • Enfermagem

Terapias Não Convencionais

  • Medicina Tradicional Chinesa
  • Acupunctura
  • Osteopatia
  • Homeopatia
  • Naturopatia
  • Fitoterapia (MTC)

Terapias Alternativas

  • Reiki
  • Terapia Quântica
  • Massagem Shiatsu

Consultas Direccionadas

  • Consulta de Dor
  • Consulta de Fertilidade (MTC)
  • Consulta de Pé Diabético
  • Consulta de Desabituação Tabágica

Estética

  • Mesoterapia Homeopática
  • Acupunctura Estética

A Clínica Médica do Porto é recente, tendo iniciado a sua actividade em Julho de 2016, pelo que estamos ainda a desenvolver contactos no sentido de abranger um maior número de especialidades.

Consulte aqui a listagem de especialidades e terapias actualizada.

O mote da Clínica Médica do Porto resume-se com a frase “num único local, todas as terapias que fazem bem à sua saúde”.

Acreditamos que não faz sentido existirem “duas” medicinas (ou mais do que uma, que seja!), da mesma forma como acreditamos que “terapia” é só uma – no singular -, aquela que resolve o seu problema de saúde de forma eficaz. Acreditamos que temos a obrigação de trabalhar em conjunto em prol do bem-estar dos nossos pacientes, e que juntos somos mais fortes, mais eficientes no nosso propósito, que é recuperar a saúde daqueles que nos confiam essa tarefa.

Por isso escolhemos juntar num único local médicos e terapeutas de diversas áreas da saúde. Porque o conhecimento não perde com mais saber, mais experiência, ou diferentes abordagens – pelo contrário – fica mais rico – e esse acréscimo diferencial traduz-se em ultima análise num ganho para os nossos pacientes.

Como qualquer Unidade Privada de Cuidados de Saúde, ou por outras palavras – qualquer clínica médica -, a Clínica Médica do Porto tem uma licença de funcionamento emitida pela Entidade Reguladora da Saúde (link), desenvolvendo actividades médicas e paramédicas no âmbito da tipologia de Clínicas e Consultórios Médicos. Neste âmbito, a cada 5 anos é eleito pela gerência um(a) Director(a) Clínico. No presente, a Direcção Clínica está a cargo da Exma. Sra. Dra. Inês Bento, que concomitantemente assegura as consultas de Medicina Geral e Familiar da Clínica Médica do Porto.

Sabemos que a saúde não é um bem com que se possa “experimentar” – nem é esse o nosso propósito. Mas sabemos também qual o potencial das terapias que apresentamos.

É natural precisar e querer saber mais acerca de uma abordagem terapêutica que desconhecemos, antes de nos comprometermos com um tratamento. Saber mais implica conhecer o seu fundamento, saber o seu potencial para tratar o problema que necessitamos de resolver, saber mais precisamente como funciona ou meramente o que vai acontecer durante um tratamento…

É por essa razão que a Clínica Médica do Porto realiza com alguma regularidade os chamados “dias livres”, onde colocamos os nossos terapeutas ao dispor daqueles que queiram conhecer mais acerca das terapias que cada um executa no seu dia-a-dia!

Estes dias são comunicados com a devida antecedência por via das ferramentas ao nosso dispor, nomeadamente nas redes sociais, no nosso site e na nossa newsletter. Devido à elevada procura, e porque infelizmente acontece ocorrerem agendamentos, que no dia do evento não se concretizam, roubando assim tempo precioso ao terapeuta e a outros eventuais interessados, a CMP cobra um valor simbólico pelas consultas realizadas nestes dias. Esse valor será posteriormente devolvido se o paciente pretender continuar com o tratamento.

A Consulta Direccionada, tal como o próprio nome indica, é uma consulta vocacionada para a resolução de um problema específico que pretenda ver resolvido. Neste momento a Clínica Médica do Porto oferece a este nível, a Consulta da Dor, a Consulta de Fertilidade para apoiara casais com dificuldades em engravidar, a Consulta do Pé Diabético , e a Consulta de Desabituação Tabágica (link) para aqueles com dificuldade em deixar de fumar.

Neste tipo de consulta o médico ou o terapeuta apresentam um conjunto de estratégias específicas, adaptadas a cada situação particular. Tal também significa que os seus promotores tiveram experiência ou qualificações particulares que os tornam mais habilitados a realizar este tipo de abordagem.

Consulte aqui estes serviços.

O valor das nossas consultas e terapias está disponível para nesta página.

Em caso de dúvida ligue para os nossos contactos 93 321 30 60, 22 016 13 54, visite-nos directamente nas nossas instalações, na Rua da Venezuela, 185 no Porto (Segunda a Sexta das 16-20h), ou em alternativa envie uma mensagem de email utilizando o nosso formulário.

Questões Frequentes acerca das Terapias Não Convencionais

As chamadas Terapias Não Convencionais são um conjunto de 7 terapias, a maioria previamente reconhecidas em diversos países europeus como uma mais valia para os respectivos Serviços de Saúde Nacionais, e que em Portugal aguardavam regulamentação desde 2003.

Neste momento o processo de regulamentação iniciado nessa data pelo Ministério da Saúde (link) e respectivas entidades competentes, nomeadamente Administração Central do Sistema de Saúde – ACSS (link) e Entidade Reguladora da Saúde – ERS (link), encontra-se na sua fase final.

As 7 Terapias Não Convencionais são:

  • Naturopatia

  • Osteopatia

  • Homeopatia

  • Quiropráxica

  • Fitoterapia

  • Acupuntura

  • Medicina Tradicional Chinesa

O ciclo de formação dos futuros terapeutas desta área da saúde está, tal como todo o processo regulamentar, em fase final de aprovação, sendo que os respectivos ciclos de estudos estão definidos para a maioria das TNC, exigindo-se o grau de licenciado aos respectivos profissionais. Ficam a faltar, em Julho de 2016, a Homeopatia e Medicina Tradicional Chinesa, talvez pela sua própria complexidade.

No que concerne aos terapeutas da Clínica Médica do Porto, estes possuem não só formação específica em cada uma das áreas respectivas, em instituições de ensino superior, (quando é esse o caso), reputadas, como também habitualmente possuem formação prévia em áreas profissionais englobadas nas Ciências da Saúde, chamadas convencionais, como por exemplo a Fisioterapia, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Medicina e afins.

Como em todos os processos de cura, sim.
Em TODOS os processos de cura, há sempre associado um efeito placebo. Aliás, diversos estudos tem demonstrado que o efeito placebo é efectivamente uma parte importante do processo de cura, e esse efeito é independente da terapêutica, seja a terapêutica uma sessão de quiroprática, a administração de alguns grânulos de um fármaco homeopático, ou a administração de algum medicamento alopático.

Portanto a resposta objectiva e imediata é SIM.
A outra parte da resposta à questão, é que para além desse efeito transversal, as diversas abordagens terapêuticas englobadas nas chamadas Terapias Não Convencionais apresentam também e essencialmente, efeitos funcionais e vegetativos, directamente mensuráveis no organismo que quando aplicados na sequência de um assertivo diagnóstico diferencial, é responsável pela recuperação do estado de saúde.

Se a questão do efeito placebo, é realmente algo que o ou a preocupa, então o passo seguinte é dizer-lhe que resposta mais precisa, irá encontrá-la “dentro de si” – depois de experimentar, e sentir os seus efeitos. Nessa circunstância, e se ainda restar alguma dúvida acerca da origem do efeito terapêutico – se da metodologia, técnica ou do suposto efeito placebo, pergunte-se igualmente se se questiona da mesma forma quando obtém um determinado efeito da toma um medicamento – será que nesse caso o resultado foi resultado de “uma artimanha da sua mente”, ou de uma reacção química.

A medicina tradicional chinesa (MTC), também conhecida como medicina chinesa, é a denominação usualmente dada ao conjunto de práticas de medicina tradicional em uso na China, desenvolvidas no curso de sua história.

A MCT tem por princípio básico a teoria da energia vital do corpo (chi ou qi) que circula pelo corpo através de canais, chamados de meridianos, os quais teriam ramificações que os conectariam aos órgãos.

Fonte: Wikipedia 7/2016

A Medicina Chinesa, praticada em todo o mundo, está documentada desde há 5 mil anos. Muito provavelmente, é não somente a mais antiga das medicinas, mas também a que mais tem sido praticada ao longo da História da Humanidade. É uma abordagem médica que se propõe analisar o indivíduo através de um princípio energético e, com esse diagnóstico, proceder ao tratamento por meio das várias disciplinas que a englobam. No Ocidente este conjunto de práticas terapêuticas está presente há cerca de 300 anos.

Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, o corpo tem mecanismos de detecção e correção da doença e de desequilíbrios, sendo que o objectivo da abordagem é auxiliar as funções do organismo no auto-tratamento, reduzindo ao mínimo a interferência.

A Medicina Tradicional Chinesa incorpora práticas e experiência que remontam à milhares de anos, e tem por base uma abordagem abrangente, suportada no estudo dos conceitos de Yin e Yang (estudo dos opostos), dos Cinco Elementos ou Movimentos e da circulação da energia por determinados condutos, vulgarmente chamados de meridianos.

Existem muitas formas de diagnóstico na medicina tradicional chinesa. Algumas delas são: a pulsação, a observação e aspectos da língua, a cor e aspectos da pele. Para realizar um diagnóstico de MTC, o terapeuta considera três aspectos básicos: Observar (língua, face, postura, expressões, movimentos); Ouvir e cheirar e finalmente Palpar (pulso, meridianos, pontos). Um médico de medicina chinesa costuma dizer que não se deve olhar apenas o paciente, mas escutá-lo, tocá-lo, cheirá-lo, conhecer as características sua urina e as suas fezes.

Uma consulta baseada no modelo tradicional chinês pode levar de vários minutos a algumas horas. O terapeuta questiona vários aspectos da vida incluindo a infância, expressão das emoções, a alimentação, hábitos e costumes.

Já agora, são oito os métodos terapêuticos da Medicina Tradicional Chinesa:

  • Acupuntura;
  • Massagem Terapêutica Tui Na;
  • Ventosaterapia;
  • Reflexologia;
  • Moxibustão;
  • Ginástica Terapêutica Chi Kung e Tai Chi Chuan;
  • Fitoterapia (Tratamento com base na administração de preparados farmacêuticos de Ervas Medicinais);
  • Dietética Chinesa.

Se se interroga acerca da eventual validade da Medicina Tradicional Chinesa para as populações e a sua contribuição para a saúde dos povos, saiba que a Organização Mundial de Saúde desenvolveu e lançou em 2013 a resolução WHA62.13, um documento estratégico para o período de 2014-2023 que visa reforçar o papel da Medicina Tradicional Chinesa nos diversos estados membros, desenvolvendo e implementando políticas para facilitar a sua adopção e pelos respectivos serviços de saúde dos diversos estados (ISBN: 978 92 4 150609 0).
Saber mais.

Uma consulta de Medicina Tradicional Chinesa é semelhante a qualquer outra consulta médica. Significa isto que pode tratar tudo aquilo para o qual procura ajuda.

Não estamos com isto a dizer com isto que a Medicina Chinesa é a mais indicada para este ou para aquele problema de saúde. Isso seria, aliás, desvirtuar aquilo em que acreditamos na Clínica Médica do Porto, onde toda uma equipa de médicos e terapeutas trabalha em conjunto, ajustando competências e recursos consoante a patologia e o paciente.

Durante a consulta o terapeuta de MTC faz uma diagnóstico e com base nesse diagnóstico define um plano de acção cuja estratégia explica ao paciente. A partir desse momento tem início a fase de tratamento cujos resultados irão sendo acompanhados daí em diante, ajustando-se a terapêutica sempre que necessário.

Se se interroga acerca da eventual validade da Medicina Tradicional Chinesa para as populações e a sua contribuição para a saúde dos povos, saiba que a Organização Mundial de Saúde desenvolveu e lançou em 2013 a resolução WHA62.13, um documento estratégico para o período de 2014-2023 que visa reforçar o papel da Medicina Tradicional Chinesa nos diversos estados membros, desenvolvendo e implementando políticas para facilitar a sua adopção e pelos respectivos serviços de saúde dos diversos estados (ISBN: 978 92 4 150609 0).
Saber mais.

Como qualquer outra consulta, a consulta de MTC tem início com o estabelecimento do diagnóstico diferencial.

O terapeuta utiliza um conjunto de observações para avaliar o estado do paciente: a pulsação e as características do pulso, a observação e aspectos da língua e a cor e aspectos da pele. Após o questionário inicial, é estabelecida a estratégia de tratamento.

O terapeuta poderá então recorrer a um dos métodos terapêuticos da Medicina Tradicional Chinesa:

  • Acupuntura;
  • Massagem Terapêutica Tui Na;
  • Ventosaterapia;
  • Reflexologia;
  • Moxibustão;
  • Ginástica Terapêutica Chi Kung e Tai Chi Chuan;
  • Fitoterapia (Ervas Medicinais);
  • Dietética Chinesa),

ou, como ocorre mais vulgarmente, optar por uma combinação de várias destas técnicas, ajustando a terapêutica à medida que a patologia também vai evoluindo.

A acupuntura (do latim acus – agulha e punctura – colocação ) é um ramo da medicina tradicional chinesa (MTC) e, de acordo com a nova terminologia da Organização Mundial da Saúde (link), um método de tratamento complementar. Foi também declarado Património Cultural Intangível da Humanidade pela Unesco em 19 de Novembro de 2010.
Fonte: Wikipedia 7/2016

A Acupuntura  corresponde literalmente à inserção de agulhas filiformes no corpo, em pontos específicos e reconhecidos como efectivos no tratamento de perturbações de saúde. Os pontos de acupunctura foram detectados e registados por investigadores e estudiosos chineses ao longo de um período de vários milhares de anos e, mais recentemente, algumas pesquisas no campo do electromagnetismo têm vindo a confirmar as suas localizações.

A Acupuntura Tradicional baseia-se nas antigas teorias Chinesas acerca do fluxo de Qi (Energia) e Xue (Sangue), através canais específicos que cobrem o corpo de forma semelhante aos nervos, veias e artérias e que, internamente, se ligam a todos os orgãos e tecidos.
De acordo com a teoria, a Acupuntura vai estimular o fluxo de vários tipos de energias orgânicas, fazendo com que estas afluam a áreas onde estão deficientes e para fora das áreas em que se encontram em excesso.

Desta forma, a Acupunctura regula e restabelece o equilíbrio energético harmonioso do corpo,  contribuindo assim para o bem-estar e qualidade de vida.

Em Chinês existe um ditado: “Não há dor onde há livre fluxo; se há dor não há livre fluxo”.

Desde 2002 que a Organização Mundial de Saúde, através dos representantes de 12 países, reuniu numa lista as condições de saúde para as quais a Acupunctura demonstrou, de forma inequívoca, efeitos terapêuticos para diversas condições, com base em estudos científicos e ensaios clínicos.

Claro que desde essa data até aos dias de hoje, diversos (outros) estudos demonstraram efeitos terapêuticos cientificamente significativos para outras patologias, mas esta lista continua a servir como um documento mestre para os efeitos terapêuticos da Acupunctura e da Medicina Tradicional Chinesa.

Repare que esta lista foi elaborada à cerca de 14 anos pela Organização Mundial de Saúde, com o conhecimento e a investigação científica da altura. Imagine como seria se fossem compilados à data de hoje todos os estudos e papers científicos sobre o assunto.

Este texto foi adaptado do original pela Clínica Médica do Porto. Em caso de dúvida, descarregue aqui o documento base.

Doenças, sintomas ou condições em que a Acupuntura provou ser um tratamento eficaz através de ensaios clínicos controlados:

  • Reações adversas à radioterapia e/ou quimioterapia;
  • Rinite alérgica (incluindo a febre dos fenos);
  • Cólicas biliares;
  • Depressão (incluindo neurose depressiva e depressão pós Acidente Vascular Cerebral – AVC);
  • Desinteria (diarreia);
  • Dismenorreia primária (dor ou cólica menstrual);
  • Epigastralgia aguda (úlcera péptica, gastrite aguda e crónica, e espasmos ou cólicas gástricas);
  • Dor facial (incluindo desordens temporo-mandibulares – por exemplo problemas na articulação Temporo Mandibular)
  • Dor de cabeça;
  • Hipertensão essencial;
  • Hipotensão primária;
  • Indução do parto;
  • Dor no joelho;
  • Leucopenia (deficit do número de glóbulos brancos – problemas de imunidade)
  • Dor lombar (lombalgias, dor coluna vertebral, dor de costas);
  • Má posição do feto (a acupuntura ajuda a posicionar ou corrigir a posição do feto, preparando o parto)
  • Enjoo matinal
  • Náuseas e vómitos
  • Dor no pescoço
  • Dor em odontologia (incluindo dor de dentes e disfunção temporo-mandibular) – ver dor orofacial;
  • Periartrite do ombro;
  • Dor pós-operatória;
  • Cólica renal;
  • Artrite reumatóide;
  • Ciática;
  • Entorse;
  • Acidente Cardio Vascular (AVC);
  • Cotovelo de tenista;

Doenças, sintomas ou condições para os quais o efeito terapêutico da Acupuntura foi demonstrado, mas onde são necessários ensaios adicionais:

  • Dor abdominal (em gastroenterite aguda ou devido a espasmos gastrointestinais);
  • Acne ( acne vulgaris);
  • Dependência do álcool e processos de destoxificação;
  • Paralisia de Bell (esta condição é provocada por danos nos nervos de um dos lados do rosto, de tal forma que parece que parte do rosto “cai”);
  • Bronquite asmática;
  • Dor oncológica (dor subsequente a patologia cancerígena ou tumural);
  • Neurose cardíaca;
  • Colecistite crónica com exacerbação aguda;
  • Litíase biliar (pedras na vesícula);
  • Stress;
  • Lesão craniana ou cerebral fechada;
  • Diabetes mellitus tipo II (não insulino dependente);
  • Dor de ouvido;
  • Febre hemorrágica;
  • Epistaxe simples (sem doença generalizada ou local – é o sangramento do nariz);
  • Dor nos olhos devido à injeção subconjuntival;
  • Infertilidade feminina;
  • Espasmo facial;
  • Síndrome uretral feminino;
  • Fibromialgia e fasciíte;
  • Perturbação da velocidade gástrica (alteração do tempo de digestão)
  • Gota e artrite gotosa;
  • Hepatite B (quando o pacientes se encontra no estado de portador);
  • Herpes – Herpes Zooster;
  • Hiperlipidemia (alteração dos valores das gorduras face aos valores basais – colesterol e triglicéridos, ou smbos;
  • Insónia (dificuldade em adormecer e/ou dormir bem);
  • Problemas de lactação na grávida;
  • Disfunção sexual masculina, impotência, não-orgânica;
  • Doença de Meniére (problemas de equilíbrio);
  • Neuralgia pós-herpética (dor tipo “facada” resultante de danos nos nervos consequente a episódio herpético);
  • Neurodermatite (líquen simples crónico – alteração da pele com aparecimento de sintomas cutâneos iritantes);
  • Obesidade;
  • Dependências e adicções químicas (Ópio, Cocaína e Heroína);
  • Osteoartrite;
  • Dor devido a exame endoscópico;
  • Dor subsequente a Tromboangeíte obliterante (TAO), ou Doença de Buerger – é uma condição rara em ocorre o bloqueio dos vasos sanguíneos das mãos e pés;
  • Síndrome de Ovários Policísticos (Síndrome de Stein-Leventhal)
  • Pós extubação subsequente a retirada da ventilação mecânica (em crianças);
  • Recuperação e convalescença pós-operatória;
  • Síndrome pré-menstrual;
  • Prostatite crónica (Inflamação da Próstata);
  • Prurido;
  • Dor radicular e síndrome de dor pseudo-radicular (danos em nervos periféricos ou nas próprias terminações nervosas);
  • Síndrome de Raynaud (condição que ocorre como consequência a diferenças de temperatura ou stress, em que determinadas zonas do corpo ficam dormentes como consequência da redução do aporte sanguíneo à zona em causa);
  • Infecção urinária recorrente (tracto urinário baixo);
  • Retenção de urina
  • Distrofia simpático-reflexa
  • Esquizofrenia;
  • Síndrome de Sjögren (doença inflamatória auto-imune);
  • Dor de garganta (incluindo amigdalite);
  • Dor na coluna aguda;
  • Torcicolo;
  • Disfunção da articulação temporo mandibular (ATM);
  • Síndrome de Tietze;
  • Dependência de tabaco;
  • Síndrome de Tourette;
  • Colite ulcerativa crónica;
  • Urolitíase (pedras nos rins);
  • Demência vascular;
  • Tosse convulsa;

Doenças e sintomas para os quais existem apenas ensaios individuais a demonstrar alguns efeitos terapêuticos, mas para as quais vale a pena tentar utilizar a acupunctura para tratar a condição, considerando a complexidade e dificuldade do tratamento convencional:

  • Cloasma ou Melasma (pigmentação facial);
  • Coroidopatia (doença ocular);
  • Daltonismo;
  • Hipofrenia;
  • Síndrome do Cólon Irritável;
  • Bexiga Neurogénica (incapacidade de controlar o fluxo urinário) resultante de lesão neuropática na medula;
  • Doença cardiopulmunar crónica;
  • Pequenas obstruções das vias aéreas;

Doenças, sintomas e condições para as quais acupunctura pode ser utilizada, desde que o especialista possua conhecimento médico actualizado e equipamento de monitorização adequado:

  • Falta de ar nas doenças pulmonares obstrutivas crónicas;
  • Coma;
  • Convulsões (nas crianças);
  • Angina Pectoris (doença coronária cardíaca);
  • Diarreia em crianças e jovens;
  • Encefalites virais nas crianças em em estado tardio;
  • Paralisia progressiva bulbar e pseudobulbar;

Essa é uma decisão inteiramente sua. As agulhas usadas na acupunctura são extremamente finas (muitas vezes inferiores à espessura de dois cabelos), o que não tem qualquer relação com as agulhas que estamos habituados a ver quando vamos tirar sangue.

Muitas das pessoas não sentem as agulhas a entrar ou a saír da pele, ou assemelham o efeito ao da picada de um mosquito, pelo que depois da primeira sessão, a maioria dos pacientes percebe que os seus receios eram infundados.

De qualquer forma, se ainda assim com esta explicação ficar com algum receio, o seu acupunctor ou terapeuta de Medicina Tradicional Chinesa poderá recorrer a outras estratégias como por exemplo a utilização de sementes de mostarda, ou pequenas esferas metálicas que se colam por meio de uma película adesiva à superfície da derme, nas localizações dos pontos de acupunctura.

Essa é uma questão que irá depender do seu terapeuta e do diagnóstico realizado.
Há terapeutas que preferem usar um número elevado de pontos para obter um determinado objectivo terapêutico, outros que adoptam outra estratégia, precisarão de menos.

NÃO, NÃO e NÃO.

Não aceite que o seu terapeuta reutilize agulhas nas suas sessões de acupuntura. As agulhas devem ser descartáveis por uma questão de higiene e segurança biológica.

Na Clínica Médica do Porto, as agulhas utilizadas numa determinada sessão são esterilizadas (na fábrica), e são inutilizadas no final de cada sessão, não voltando a ser utilizadas.

Por definição a Osteopatia é um Sistema de diagnóstico e tratamento que procura o restabelecimento da integridade funcional e estrutural do corpo, em cuja técnica é baseada fundamentalmente na manipulação manual do sistema musculo-esquelético, sem recorrer a fármacos ou cirurgia.

É considerada por muitos uma terapêutica holística, uma vez que o foco do terapeuta não é a doença, mas o indivíduo, nomeadamente através do restabelecimento da condição de saúde via estímulo articular. O osteopata acredita que a resolução deste tipo de problemas de origem musculo-esquelética permitem que o corpo inicie o processo de Cura. É uma técnica caracterizada por ser totalmente não invasiva.

O osteopata procura desvendar a razão da origem do sintoma para poder definir a estratégia de cura. Para isso, e utilizando as mãos como instrumento, recorre a variadas técnicas, nomeadamente:

  • Técnicas estruturais, que visam reajustar uma articulação, mesmo se o seu deslocamento é mínimo e invisível nas radiografias;
  • Técnicas musculares, que visam o tratamento dos músculos e tendões;
  • Técnicas cranianas, que são as mais subtis e que permitem tratar a totalidade do corpo partindo do crânio;
  • Técnicas viscerais que tratam dos órgãos e das relações entre eles;
  • Técnicas linfáticas e imunitárias, que visam o sistema linfático e o sistema imunitário;
  • Técnicas fasciais que trabalham sobre os tecidos fasciais do corpo humano

O área de intervenção da Osteopatia é muito ampla, abrangendo todo o corpo humano. O seu campo de acção terapêutica de patologias mais frequentes como por exemplo a dor ciática, lombalgias, dorsalgias, cervicalgias, escolioses, hérnias discais, torcicolos, entorses, tendinopatias, síndrome do tunel cárpico, disfunções da Articulação temporo-mandibular (ATM), tensões e contracturas musculares, ou consequências decorrentes de quedas, acidentes, fracturas ou cirurgias.
Efectivamente, esta técnica terapêutica pode também ajudar a tratar patologias tais como enxaquecas, dores de cabeça, problemas digestivos, insónias, depressão, vertigens, labirintites, sinusites, glaucoma, tensão pré-menstrual, obstipação, stress ou problemas respiratórios.

Sim.

O tratamento osteopático não é exclusivo de Adultos, revelando-se aliás extremamente eficaz no tratamento de patologias pediátricas.

Algumas das doenças para as quais a experiência demonstra o sucesso do tratamento Osteopático incluem:

  • refluxo gastro-esofágico;
  • cólicas gástricas;
  • obstipação;
  • torcicolo congénito;
  • plagiocefalias;
  • otites;
  • alterações estruturais dos membros inferiores (joelho valgo, etc.);

Para uma resposta mais objectiva relativamente a alguma situação particular, consulte-nos e discuta directamente o seu caso com o nosso osteopata.

Genericamente, podemos afirmar que a fitoterapia é uma abordagem terapêutica na qual a estratégia de tratamento passa pela administração de medicamentos à base de plantas. Como se pode imaginar, é um dos sistemas de tratamento mais antigos conhecidos da humanidade.

As plantas tem sido também desde sempre, um manancial ao qual a investigação científica recorre na procura de soluções para diversas condições de saúde. Sabe-se hoje que muitos efeitos medicinais desejados no tratamento de uma patologia podem ser encontrados nas plantas, e na sua complexidade de constituintes.

Todas as partes da planta podem ser utilizadas, considerando o efeito que se pretende alcançar, desde a raíz ou rizoma (p.e. raíz de gengibre, açafrão), o caule (p.e. cavalinha), o bolbo (p.e. alho), a casca (p.e. a cáscara sagrada, casca de salgueiro ou mesmo a canela), as folhas (p.e. ginkgo biloba, aloe vera, hortelã), sementes (p.e. urucu ou falso-açafrão),  ou fruto (p.e. romã, limão, pimenta)

Habitualmente, o tratamento fitoterapeutico pode envolver plantas individuais em formulações farmacêuticas, como comprimidos, xaropes, soluções, etc., ou em complexos (onde uma mesma formulação é constituída por mais do que uma planta).

Já agora, a fitoteapia não é uma disciplica exclusiva, sendo aliás utilizada em conjunto com muitas outras abordagens terapêuticas. Por exemplo, na consulta de Medicina Tradicional Chinesa, é muito mnatural que o seu terapeuta lhe recomende a administração de alguns complexos de plantas usados para complementar o tratamento!

A Fitoterapia em Medicina Tradicional Chinesa

Uma formulação fitoterapêutica chinesa poderá englobar seis ou mais plantas, cada uma delas com objectivos bem definidos, que vão desde a prossecução do objectivo “per se”, impedir efeitos colaterais indesejados e encaminhar os agentes principais ao local da doença.

Numa formulação fitofarmacêutica típica da MTC, existe uma erva principal, “Imperador”, que determina a acção global da fórmula, ervas “Ministros” que ajudam a potenciar a acção do Imperador, ervas “Assistentes” que cuidam dos orgãos envolvidos no efeito desejado, e finalmente as ervas “Mensageiras”, com afinidades para diversos orgãos e zonas corporais, que direccionam o efeito da decocção para o orgão afectado!

Não! E não acredite se lhe transmitirem o contrário.

Todas as abordagens terapêuticas apresentam efeitos secundários, umas mais do que outras.

A propósito desta questão, já no século XVI, Paracelso, um Médico, Alquimista, Físico e Astrólogo Ocultista, considerado um dos “pais” da Medicina e da Farmácia havia dito algo semelhante a:

“A diferença entre um remédio e um veneno está na dosagem”.

E de facto, até mesmo a água apresenta efeitos secundários quando “ingerida em excesso” (pense-se por exemplo no desequilíbrio hidro-elecrolitico).

O que acontece é que, à semelhança de outros medicamentos, também as plantas passam por diversos mecanismos de controle desde a sua plantação à sua comercialização, sendo que a maioria são testadas para avaliação de potenciais efeitos nesfastos.  Assim, quando chegam ao paciente, foram já previamente utilizadas por milhares senão milhões de outros pacientes, e os seus efeitos estão habitualmente descritos.

A acrescer a essa situação, é também verdade MAS NÃO REGRA, que quando descritos, os efeitos secundários das plantas habitualmente utilizadas para fins terapêuticos são na sua grande maioria, pouco graves.
Não obstante, em caso de dúvida deve sempre consultar o seu médico, farmacêutico, ou clínico assistente, solicitando-lhe estudos de utilização da planta.

A Homeopatia corresponde a um sistema desenvolvido pelo Médico Alemão Samuel Hahnemann, baseado no princípio do “Semelhante cura Semelhante”.

De acordo com esta Terapêutica Não Convencional, qualquer substância capaz de induzir um determinado efeito quando administrado a um indivíduo saudável, é também capaz de tratar uma patologia com esses precisos sintomas num indivíduo doente.

Todas as substâncias usadas em Homeopatia foram administradas inicialmente a voluntários (na maioria dos casos o próprio Hahnemann), para que pudessem ser registados os sintomas e reacções subsequentes à administração. Só a partir dessa altura, as substâncias passariam a incluir os registos da Matéria Médica Homeopática.

O primeiro princípio da Homeopatia foi mesmo postulado por Hipócrates – considerado o pai da Medicina Moderna – em 470-370 AC – O princípio – “Simillia Similibus Curentur” -, ou seja,

Semelhante Cura Semelhante

Já o segundo princípio diz respeito à infinitesimalidade. A este propósito, refira-se que as substâncias usadas em Homeopatia, provenientes de todos os Reinos da natureza, vêm os seus efeitos amplificados numa relação directa com o seu grau de diluição, ao mesmo tempo que se reduzem os seus potenciais efeitos nocivos – este é o princípio da dinamização.

Quanto ao terceiro e último princípio, este é partilhado com outros ramos da Medicina, nomeadamente com a Medicina Integrativa e genericamente as terapias não convencionais – consiste na observação da pessoa como um todo – englobando noção Holística do tratamento e do doente e não exclusivamente da doença ou do seu sintoma.

Questões Frequentes acerca dos Clínicos e Especialistas

Salvo algum lapso, no topo da maioria (ou de todas) as páginas encontrará um campo de pesquisa que diz – Especialista – aí poderá procurar pelo clínico de qualquer uma das especialidades da Clínica Médica do Porto. Procure o ícone no canto superior direito.

Em alternativa, se souber qual a especialidade do médico ou do terapeuta, poderá seleccionar a especialidade na respectiva página e seguir os links em baixo para saber mais acerca do clínico responsável.

Todos os especialistas associados à Clínica Médica do Porto possuem uma página própria no nosso site. Procure no separador “especialidades” ou “clínicos” pelo especialista que procura. Na sua página irá posteriormente encontrar uma breve resenha do seu curriculum e percurso profissional.

Questões Frequentes acerca do funcionamento da Clínica

Chegar às instalações físicas da Clínica Médica do Porto é muito simples.

Estamos situados na Rua da Venezuela, no nº185, no Porto. Para quem necessita de referências adicionais, a Rua da Venezuela é a Rua do café/restaurante BB Gourmet Maiorca, e é paralela à Avenida da Boavista e à Rua de Campo Alegre, situando-se precisamente entre estas duas.

Se vem a descer a Avenida da Boavista, – em direcção a Oeste, ou seja da Rotunda da Boavista para a Foz (Castelo do Queijo):
ao chegar ao Hotel Crowne Plaza, vira à esquerda para a Rua de António Cardoso, (na esquina encontra as lojas David Rosas e Lili de Sousa). Vira depois à direita na primeira Rua onde tal é permitido – essa é a Rua da Venezuela.

Se está a subir a Avenida da Boavista, e portanto no sentido – Foz (Rotunda do Castelo do Queijo) para a Rotunda da Boavista:
vira à sua direita na esquina onde está situado o restaurante “MacDonalds” e irá dar à Rotunda de Bessa-Leite. Nessa rotunda saí na 3ª saída e está na Rua da Venezuela. A Clínica Médica do Porto está sensivelmente a meio desta Rua.

Para mais informações, pode sempre ver o mapa no nosso site, no google maps, ou inserir as seguintes coordenadas no seu GPS

em graus, minutos e segundos:
41°09’27.0″N 8°38’37.5”W,
em graus decimais:
(latitude) 41.157512, (longitude) -8.643756

Poderá agendar a sua consulta na Clínica Médica do Porto da forma como lhe for mais conveniente. Para além de poder realizar a sua marcação directamente nas nossas instalações, onde temos todo o gosto em recebe-lo(a), pode enviar-nos uma mensagem usando o nosso formulário de contacto, e deixando-nos o seu número de telemóvel e morada electrónica, indicando a especialidade para a qual pretende agendar a sua consulta e referindo a sua disponibilidade.

Chamamos a atenção para o facto de os nossos especialistas terem dias e horários específicos de consulta, pelo que será necessário aguardar sempre pela respectiva confirmação.

A forma mais cómoda será talvez por telefone, por qualquer um dos nossos contactos (veja aqui). link: contactos.

Depois de agendada a sua consulta, irá receber um email com a marcação realizada para a morada electrónica facultada. Na véspera ou antevéspera da consulta recebe adicionalmente um sms com o reforço desta informação.

A Clínica Médica do Porto foi inaugurada em Julho de 2016. Neste momento o nosso horário de funcionamento é de Segunda a Sexta-feira, das 16h às 20h. No entanto, e se lhe for mais conveniente, estamos disponíveis fora deste horário para agendar consultas. O melhor é mesmo ligar e confirmar.

Pedimos também que verifique a nossa página de contactos. É natural que com o passar do tempo possamos proceder à alteração do horário de forma a abranger um maior número de horas diária.

O tempo é um recurso valioso. É-o para nós, para si, e para os nossos médicos e terapeutas.

Quando procede a um agendamento de uma consulta, a Clínica Médica do Porto reserva-lhe uma sala adequada ao tratamento ou ao tipo de consulta que virá a ter lugar. Por outro lado, o clínico reserva na sua agenda esse tempo para poder dedicar-lhe, durante esse período, 100% da sua atenção.
Uma desmarcação “em cima da hora”, resulta em perdas para todos os envolvidos – para o clínico, que poderia dedicar esse período a outro paciente, para a Clínica, que poderia aproveitar essa sala para outra consulta ou para outro paciente, e apara esse outro eventual paciente que poderia aproveitar esse momento para realizar a sua consulta ou sessão…

Assim, solicitamos a sua compreensão para a nossa política de desmarcações:

Salvaguardando situações de Emergência, desmarcações ocorridas num período inferior a 24h da hora da consulta, resultam na obrigatoriedade de pagar 50% do valor da mesma. Duas desmarcações consecutivas obrigam adicionalmente ao pagamento antecipado da consulta para garantir a marcação.

Sim. Para algumas terapias nas quais o plano de tratamento envolve mais do que uma sessão, poderá adquirir packs de sessões com condições diferenciais.

Estes packs, salvo se negociado de outro modo com a Clínica Médica do Porto, são pessoais e intransmissíveis, não acumuláveis com outras promoções ou campanhas em vigor. O seu benefício é a aquisição de um conjunto de sessões por um preço inferior ao que pagaria normalmente, sendo que a contrapartida da clínica é o recebimento a pronto desse valor.

Para a generalidade das terapias, os descontos são os seguintes:

  • 5 a 9 sessões – 5%
  • 10 a 14 sessões – 7%
  • 15 a 19 sessões – 10%
  • 20 a 24 sessões – 12%
  • Mais de 25 sessões – 15%

Informe-se na nossa recepção quais as situações aplicáveis.

Se tem dificuldade de deslocação, ou não lhe é conveniente realizar a consulta nas instalações da Clínica Médica do Porto, informe a nossa recepção desse facto.

Em algumas especialidades e terapias, a Clínica Médica do Porto poderá realizar domicílios.

O sucesso da consulta e da resolução do problema de saúde depende tanto da competência do médico ou terapeuta, bem como da informação que lhe é fornecida. É por isso que é muito importante que se faça sempre acompanhar pelos exames mais recentes relacionados com o seu problema de saúde.

Os meios auxiliares de diagnóstico (análises, exames, radiografias), são bens preciosos que auxiliam os clínicos a diagnosticar correctamente a patologia.  Este facto é particularmente crítico na sua primeira consulta numa determinada especialidade.

A partir desse momento, o clínico, conhecendo à partida o motivo da consulta, pedirá os exames e restantes meios auxiliares de diagnóstico que entender serem necessários.

A Clínica Médica do Porto é uma entidade empresarial com registo legal na Entidade Reguladora da Saúde, como Unidade Privada de Saúde habilitada à prestação de serviços na tipologia Clínicas e Consultórios Médicos  (licença número 12228/2016, Certidões de Registo E131963 e E1311964).
Esta entidade, por sua vez, é tutelada pelo Ministério da Saúde Português.

Questões Frequentes acerca de Protocolos e Acordos

A Clínica Médica do Porto foi inaugurada em Julho de 2016. Desde o momento em que obtivemos o respectivo licenciamento, submetemos a diversas seguradoras as propostas para incorporação na sua rede de prestadores. Durante os próximos meses continuaremos a desenvolver diligências no sentido de estabelecer parcerias com estas entidades, de forma a conseguir incorporar as respectivas redes.

Não obstante, ainda que a Clínica consiga esta parceria, deverá sempre informar-se quais os clínicos cujas consultas estão cobertas pelo seguro. Existem casos em que o prestador (a clínica) faz parte da rede da seguradora, mas o clínico opta por não ser “englobado”. Assim, deverá sempre confirmar com a nossa recepção a sua situação particular.

Até ao momento, a Clínica Médica do Porto não tem convenções com nenhum subsistema de saúde.

A Clínica Médica do Porto disponibiliza condições especiais a algumas empresas e entidades mediante contrapartidas negociadas. Consulte a listagem completa das entidades convencionadas e se pretender estabelecer uma parceria, utilize o nosso formulário de contacto, indicando a entidade, o número de colaboradores e os contactos da firma.

Logo que possível, será contactado por um responsável da Clínica Médica do Porto, no sentido de auscultar a possibilidade de firmar uma parceria.