Questões Frequentes Sobre Osteopatia Pediátrica

POSSO RECORRER À OSTEOPATIA PEDIÁTRICA LOGO QUE O MEU BEBÉ NASCE??

Numa palavra: Deve!
É frequentemente nos recém nascidos que se conseguem os melhores resultados no mais curto espaço de tempo. Tal acontece porque neste momento da vida do bebé, a maioria das estruturas rígidas estão ainda em formação e algumas das alterações não fisiológicas são passíveis de serem corrigidas com eficácia – é assim por exemplo com a plagiocefalia, ou mesmo com eventuais dificuldades de locomoção, torcicolos ou alterações da deglutição.

A OSTEOPATIA PEDIÁTRICA É SEGURA PARA O MEU BEBÉ?

O tratamento osteopático, quando realizado por profissionais habilitados e qualificados, é seguro. As técnicas utilizadas não são invasivas e respeitam a anatomia e fisiologia do bebé. No caso da Clínica Médica do Porto acresce a experiência clínica do terapeuta Tiago Monteiro, quer como Fisioterapeuta, mas também enquanto Osteopata.

QUANTO TEMPO DEMORA UMA SESSÃO DE OSTEOPATIA PEDIÁTRICA?

Há duas respostas para essa questão. O tratamento dura em média 45 minutos, sendo que idealmente o tempo de sessão vai sendo ajustado à condição do bebé e ao seu “estado anímico”. Há condições que exigem um ritmo mais lento para não aumentar o stress do recém nascido, e outras em que o osteopata pode aproveitar “todos os minutinhos” reservados para a sessão.

QUANTO TEMPO VAI DEMORAR ATÉ O MEU BEBÉ RECUPERAR DE UMA PLAGIOCEFALIA?

A questão que se prende com o “tempo de tratamento” é uma pergunta recorrente dos papás, mas infelizmente não há uma resposta específica. Os nossos terapeutas fazem o possível para minorar o sofrimento do bebé, promovendo a sua recuperação no mais curto espaço de tempo, mas cada processo de reabilitação tem o seu curso, e mais importante do que isso, cada bebé é diferente.

A este respeito, e como forma de encurtar o tempo de recuperação, é normal o envolvimento dos papás neste processo. Na consulta de Osteopatia da Clínica Médica do Porto é vulgar o terapeuta passar um conjunto amplo de informação aos pais, de forma a que o trabalho com o bebé possa continuar para além das quatro paredes do consultório. Deste modo consegue-se reduzir o tempo de recuperação, e ao mesmo tempo sensibilizar os pais para os protocolos de actuação em quaisquer das circunstâncias terapêuticas do seu filhote.

QUAL O CONTRIBUTO DO PARTO PARA PATOLOGIAS DO MEU BEBÉ TAL COMO A PLAGIOCEFALIA?

Uma percentagem significativa dos desafios dos bebés que recorrem à consulta de Osteopatia da Clínica Médica do Porto derivam de circunstâncias que decorrem quer do momento de parto, ou mesmo do período de gravidez. Não quer isto dizer que tais circunstâncias são da responsabilidade da mãe, mas acontecem porque a que a gestação é um período complexo quer para a mãe, quer também para o bebé. A este nível, por exemplo, o posicionamento incorrecto da criança no útero pode ser origem de muitos desafios que apenas se manifestam após o seu nascimento.

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